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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

pergunta-me ou devoro-te!

Quando a intimidade cabe em um instante
Como é possivel envolver-se pelo razo?
Quem designou o valor da entrega
Onde acabou nossa individualidade?

Quanta saudade cabe em uma noite
Como dar-se a alguém desconhecido?
Quem sabe quanto tempo esperamos
Onde chegamos com esse reciprocidade?


Quando fundir-se foi tão fácil
Como deixamos passar o limite?
Quem baixou a guarda escaldada
Onde juntamos nossos medos?


Quanta paixão cabe num desmaio
Como pudemos confiar no outro?
Quem liberou nossa inconseqüência,
Onde ficou evidente o gostar?


Quando se deve levar a serio,
Como protegemos nossas feridas?
Quem consentiu esse erro de percurso
Onde colocamos nossa maturidade?


Perguntas movem o batepeito,
Perguntas sem resposta.
Perguntas questionaveis,
E não responde-las é intimo.

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