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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Uns

Eu sou
todos nos

Como todos
somos eu.

Insignificante foz.
Onde a vida
se perdeu.

Por aqui
só há pessoas.
Não vejo
nenhum humano.
Todos reluzem suas coroas.
Deglutem o prazer mundano.

Não enchergam a unidade.
Vendo
deixam de ver o inteiro.
Resultado da vaidade.
Do egoismo sorrateiro.


Multidão
de moléculas e atomos.
Resto
de reaçoes e fatos.
Somos frutos
exclusivos de atos.
Escurecendo
o que já fomos.


Unir-se não é preciso.
Pois estamos já unidos.
Por um fio conciso.

Necessitamos cair aturdidos.
E levar a idade do ciso.
Aos restantes esquecidos.

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