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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Profecia I

Já se foram todos os minutos.
O fim nasce em quarentena.
Os pensantes foram enxutos.


Dois mil e doze errantes em novena.
Contam datas e predizem fatos.
Pra marcar a derrocada do Esquema.


O dia em que explodem os atos.
A merda cobrindo as casas.
Pela diplomacia de contratos.


Já não bastam as ameaças.
Nem dizeres polidos politicamente.
Balas catapleticas nas massa.


Fudemos a realidade estupidamente.
Egoístas pesamos pequeno.
Poucas horas aniquilaram a torrente.


Nesta data querida o sereno.
Matará em acido os restantes.
Limpando de vez nosso terreno.

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