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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Paz II

Diz ele:
“Ainda acredito nas al(r)mas duras.
Creio numa guerra sanguinária.
No instinto das emoçoes seguras.
Na nova revolução imaginaria.
Das futuras gerações futuras.”

Um lapso de inconsiencia palpita.
Ainda sobra força na testa turva.
Render-se jamais cogita.
A massa incefalica se curva.
Um grito seu peito regorgita.


“Sou eu,
quem manda na realidade,
sou pai e mãe da verdade,
voce é meu”


Ele bate mais uma vez no sensivel cerebro.
E dessa vez não espera responder a razão.
Seu peito não lhe dá mais opção.
A cabeça emotiva sucumbiu ao coração ebrio.

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