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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Sou real

Sonhei um traço torto.
Entre nuvens de incerteza me vi.
Cada passo que deixava de dar.
Caia mais em mim.

De olhos cerrados e apertados.
Não pude enchergar o maravilhoso.
Mas ainda assim via tudo.
O azul da escuridão e o negro das luzes.

Sempre tudo em paradoxo, tudo sem sentidos.
As linhas curvilinhas eram pontos.
Que ao longe podem enganar a vista.
Cai mais uma vez em mim para chegar mais perto.


E derrepente sai voando, para baixo.
A senção inexplicavel de poder foi única.
Explodí em milhoes de pedaços.
E só assim pude me ver com clareza.

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