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quinta-feira, 10 de julho de 2008

O piloto sumiu

De passagem,
transitorio
será tudo?
Apenas um movimento organico.
Voluvel,
instavel,
absurdo?
Incertos humanos, sempre estando?
Caminhantes da reciprocidade?

Estamos
instantaneos,
humanos
mundanos.
Onde tudo é passageiro.
Onde nada se acaba.
Onde nada perde a vida.
Nada é pagina virada.
Somos imperfeitos,
incompletos.
De defeitos
repletos.
Somos assim
todos juntos.
Num amalgma de conjuntos.
Estamos sempre
interligados.
Inacabados.
Estamos conectados.
Na eterna passagem passageira.
O ponto
exato
da descida
da ladeira.
Onde tudo ainda é brincadeira.
Onde a paixão não dá canseira.
Saimos antes mesmo de descer.
Antes de realmente conhecer.

Mas parar numa estação
Desconhecida por opção.
Acaba por surpreender.

E se nunca paramos
Passagero é permanente.
Se não desligamos
Acabar é incoerente.

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