Louco como qualquer insano.
Ele levava dentro de si.
Todo o prazer mundando.
A maior lascivia que vi.
Babava e gritava aos ventos.
Metia medo em toda a gente.
Assustava os menos atentos.
Com sua verdade incoerente.
Maluco pela humanidade.
Não cansava de perguntar:
“O senhor é de verdade?
Deixa então te beliscar”.
Balbuciava e gemia palavras doces.
Era amigo do povo inutil.
Lhes dava humor a doses.
Com sua maneira pueril.
Doido por tocar uma pele.
Levava sempre consigo.
Uma atitude que impele.
O mais fiel inimigo.
Pulava e sorria pro nada.
Era feliz por assim estar.
O prazer da ultima gozada.
Um eterno gargalhar.
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2 comentários:
Giniiiiiiii.
Duca. Estás produzindo bastante, irmão.
Quando sai o " Homem Mundano "?
Saudades
Bisi
Espero que até o fim do ano, esteja pronto pra publicar! A coisa eh que to fazendo ilustracoes de cada poema q eh dedicado a alguma moça!
saudades tmb!
gini
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