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terça-feira, 15 de julho de 2008

Conceitos

O preconceito
dos teus olhos
esfola minha cara
na tua.

Cada pontada
dos teus olhos
degola minha carne
é crua.

O terrorismo
dos teus olhos
devora minha carne
pura.

Cada mirada
repulsiva,
uma facada
em minha cara escura.


O malconceito
dos teu atos
questiona
Minha etica de rua.

Cada pontada
dos teus atos
pressiona
Minha etica dura.

O direitismo
dos teus atos
Impressiona
minha etnica mistura.

Cara encarada
sugestiva
Uma cagada em minha cara: tortura.



O aconceito
dos teus tratos
choca
Minha calma impura.

Cada pontada
dos teus tratos
toca
Minha alma prematura.

O elitismo
dos teus tratos
Chora
e em minha alma
perdura.

Cada julgada
impulsiva.
Uma paulada
em minha calma madura.



O desconceito dos teus trolhos fede.
Em minha cética amargura.
Cada pontada dos teus trolhos mede
minha tetrica figura.
O anarquismo dos teus trolhos pede
minha métrica paúra.
Cada escarrada conclusiva uma mordida
em minha cara segura.



O inconceito dos teus fatos revolta
minha carcaça nua.
Cada pontada dos teu fatos solta
minha caranca de loucura
O aforismo dos teu fatos solda
minha carcaça a tua.
Cada olhada descritiva uma porrada
em minha cara escura

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