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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Capital

Putas, garotas de programa.
São donzelas prisioneiras.
Princesas tão faceiras.
Que tem todo o meu querer.
Seu sordido trabalho é fuder.
Ao braços de quem não ama.


Rampeiras, meretrizes
Pobres donas profissionais.
Estarão em meus anais.
Em minha lasciva vida.
Sempre serão a comida.
O refugios de minhas crises.



Vagabundas, mulheres honestas.
São senhoras do prazer.
O gozo é seu dever.
Madames de sedosa pluma.
Quem nunca esteve com nenhuma.
Acredita que são todas arestas.

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