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terça-feira, 13 de maio de 2008

Sangue na ponta dos dedos

No escuro, caminho com um escudo!
Na calada, personalidade multifacetada.
E mudo meu mundo.
E o mundo, eu mudo!

“Prefiro ser essa metamorfose ambulante”
Acordar com droga, dormir com calmante.
Prefiro ser quem você pensa que eu não sou.
Dissimular sentimentos pra chegar onde estou.
E o mundo muda o modo
E eu mudo o modo do mundo.

Protejo-me do que desejo.
Alguns assustam, outros seguem o cortejo.
Sua aprovação não almejo.
Então olho e não vejo, flerto e não beijo.
E moldo o meu mundo,
E mudo o meu molde.

Mas sem perder a essência., nem sair da cadência.
Sem perder a decência, nem deixar a latência.
E molho o molde do mundo.
E mudo o molho do meu mundo.

Minhas células se regeneram tornando-me outra pessoa.
Poucas vezes má muitas vezes boa!
Caminho atrás de uma máscara social.
Não mostro quem sou, sim, por mal.

Afinal nem todos merecem meu crivo!
Nem todas as “amizades” padecem cultivo.
Assim mudo e me moldo ao mundo,
sem perder: a essência, nem a cadência
a decência, nem a latência
Nem ao menos por um segundo!

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